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segunda-feira, 14 de junho de 2010

Inspetora da Polícia Civil é presa por suspeita de fraude previdenciária .

Uma inspetora da Polícia Civil foi presa por volta das 6h desta terça-feira (8) por suspeita de formação de quadrilha e fraude previdenciária. A informação é da Polícia Federal, que deflagrou nesta manhã a Operação Ghost (fantasma em inglês) contra crimes previdenciários no Rio.

Segundo a assessoria da PF, a mulher trabalha na 34ª DP (Bangu) e foi detida por volta das 6h. Outras onze pessoas também foram presas.

A operação, que começou após seis meses de investigação, é da Delegacia de Repressão a Crimes Previdenciários (Deleprev) e tem o apoio da Assessoria de Pesquisa Estratégica do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A estimativa é de que o rombo nos cofres públicos chegue a R$ 1 milhão.

Segundo a Polícia Federal, a investigação indicou supostas ilegalidades no requerimento, na concessão e no saque de benefícios assistenciais e previdenciários, principalmente pensões por morte, por intermediários e servidores da Previdência Social, utilizando, a princípio, dados de pessoas falecidas ou inexistentes.

Treze mandados de prisão
Foram expedidos treze mandados de prisão temporária, além de 24 mandados de busca e apreensão pela prática dos crimes de estelionato, inserção de dados falsos em sistemas de informação e formação de quadrilha. Cerca de cem policiais participam da operação. Eles cumprem mandados de prisão e de busca e apreensão na Região dos Lagos, e em bairros no subúrbio do Rio.

A operação conseguiu desarticular uma organização criminosa, baseada em uma funerária, que criava segurados fictícios e relações de dependência econômica inexistentes a partir da falsificação de documentos públicos e do envolvimento de servidores da Previdência Social, para requerer e sacar benefícios previdenciários e assistenciais fraudados, após a morte de um segurado do INSS que não deixou dependentes econômicos.

Ainda segundo a PF, a quadrilha também fazia empréstimos consignados nos benefícios fraudados, adiantando o produto do crime.

Segundo as primeiras informações, o grupo atuava desde o final da década de 1990.



fonte


G1

DUAS AMIGAS

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A PRIMEIRA FOTO Q CONSEGUI DAS DUAS JUNTAS